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O Papel do Designer Instrucional

Qual o Papel do Designer Instrucional?

 

O Designer Instrucional trata do conjunto de métodos, técnicas e recursos utilizados em processos de ensino-aprendizagem.

O design instrucional é a ligação entre a teoria de aprendizagem e a prática educacional e pedagógica.

As teorias são a base, o designer instrucional o meio e a tecnologia funciona como suporte da prática.

 

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São atribuições do Designer Instrucional:

1) Análise das necessidades, do suporte ou mídia (MP3, CD, Internet) e definição do objetivo;

2) Definição dos objetivos, seleção das estratégias e fixação do cronograma;

3) Desenvolvimento, criação ou adaptação de material;

4) Implementação e

5) Avaliação sobre a eficiência. Esse passo pode ser responsável por melhorias e principalmente pela continuidade do trabalho.

O termo Design Instrucional tem sido amplamente empregado para se referir ao Planejamento, Desenvolvimento e Avaliação de Cursos de Eduação a Distância (EaD).

A palavra design se refere ao processo de planejamento, organização, formatação e desenvolvimento de metodologias de ensino, materiais didáticos e atividades pedagógicas de natureza variada.

Em Educação e em Linguística Aplica, o termo Design é geralmente traduzido como Desenho de Curso.

A atividade de Design Instrucional requer, portanto, domínios variados.

Ele deve ser capaz de tomar decisões pedagógicas, compreender as tecnologias a serem empregadas e dialogar com profissionais diversos.

Ele deve conhecer tecnologias e softwares que podem ser usados em EaD.

Em síntese, o Designer Instrucional trabalha de forma semelhante a um Coordenador Pedagógico em Educação a Distância.

Objetivos

Faz parte dos objetivos da engenharia pedagógica obter os melhores resultados possíveis nos seguintes tópicos:

transferência de informações, assegurando não-ambiguidade e clareza de compreensão;

retenção de conteúdo, permitindo uso posterior da informação;

desenvolvimento de habilidades, como capacidade de resolver problemas;

eficiência no uso de recursos, tratando custo e disponibilidade de materiais e tecnologias.

Esses objetivos requerem tratar a influência de diversos aspectos e fatores envolvidos em uma situação de ensino-aprendizagem.

Diferentes teorias de ensino-aprendizagem dão margem a diferentes abordagens em sala de aula e, por conseguinte, devem moldar o material didático utilizado.

Considerações de fundo cognitivo e psicológico podem sugerir adaptações específicas na comunicação entre instrutor e aluno.

Características sócio-culturais e disponibilidade de recursos também afetam o trabalho: por exemplo, a utilização de computadores é afetada pela aceitação e familiaridade com sua operação, banda de internet e conhecimento de informática.

A escolha dos objetivos de aprendizagem é um elemento central de todo o processo.

Assim, a memorização de informações é mais associada com uma linha comportamentalista (behaviorismo) e em geral requer meios mais simples.

Já a análise de um dado conteúdo se identifica com o ensino baseado em problemas e torna indicado o uso de vivências ou, na falta dessa, o emprego de simulações.

Objetivos de aprendizagem podem ser identificados, por exemplo, pela taxonomia ou hierarquia de Benjamin Bloom.

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